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Congestionamento nos portos bate recorde histórico e retém 4,3 milhões de TEUs
Volume de contêineres parados supera o pico registrado durante a crise da Covid-19 e pressiona fretes e a logística global
O congestionamento nos portos mundiais atingiu um novo recorde histórico, impulsionando os custos de frete e desestruturando a logística global de contêineres. Segundo levantamento da consultoria Linerlytica, mais de 4,3 milhões de TEUs estão retidos em navios parados em filas de espera para atracação ao redor do mundo. A paralisia na capacidade operacional supera o pico anterior registrado durante a crise da pandemia da Covid-19 em 2022, quando o volume paralisado chegou a 4 milhões de TEUs.
O gargalo atual é alimentado por tempestades sucessivas na Ásia Oriental, que desorganizaram as escalas e os cronogramas dos navios. Em termos relativos, o volume parado representa 12,6% da frota mercantil global, atualmente estimada em 34,4 milhões de TEUs. A proporção ainda permanece abaixo do percentual de 15,7% registrado em 2022, momento em que a frota total era menor, somando 25,3 milhões de TEUs. O cenário de retensão estende-se ao Canal de Panamá, onde a redução no número de trânsitos diários a partir deste mês, devido á seca na região, amplia as filas, embora porta-contêineres com slots pré-agendados sofram impactos menores.
Primeiro lugar
A operadora Santos Brasil conquistou o primeiro lugar do setor de Transporte e Logística no ranking Valor 1.000 deste ano. O anúncio ocorreu na noite dessa terça-feira, em São Paulo (SP). O levantamento, realizado pelo jornal Valor Econômico e pela revista Época Negócios, em parceria com a Serasa Experian e a Fundação Getúlio Vargas (FGV), destaca os resultados das maiores e melhores companhias do País.
Nova CFO
A Movecta, uma das principais operadoras de logística integrada do país, anunciou a contratação de Caroline Pepe Leonard para assumir o cargo de Chief Financial Officer (CFO). A movimentação no comando financeiro ocorre em um momento decisivo para a companhia, focado na implementação do Plano Movecta 2030, projeto estratégico que estabelece como meta dobrar o faturamento do grupo em cinco anos.
Com mais de duas décadas de trajetória profissional, Caroline acumula bagagem em finanças corporativas, relações com investidores, operações de fusões e aquisições (M&A) e private equity. Ao longo de sua carreira, a executiva ocupou posições de liderança em grupos de grande porte nos setores de infraestrutura, logística, telecomunicações e varejo de alto padrão, acumulando passagens por empresas como Mills Solaris, Telefônica, Grupo Ultra, Pátria Investimentos e LVMH.