quarta-feira, 07 de outubro de 2026
Dolar Com.
Euro Com.
Libra Com.
Yuan Com.
BE News
  • Editorias
    • Nacional
    • Região Norte
    • Região Nordeste
    • Região Centro-Oeste
    • Região Sudeste
    • Região Sul
    • Internacional
    • Portugal
    • Expediente
  • Últimas Notícias
  • Colunas
    • HUB
    • BE Job
    • Mundo Corporativo
    • tecnologia & inovação
    • Espaço Abtra
    • Estilo BE
    • Vitrine
  • Opiniões
Olá,
Jornal BE News - Edição de Hoje

Nacional

Fazenda envia ao Congresso proposta para equilibrar contas públicas 

Atualizado em: 19 de April de 2023 às 9:23
Marília Sena Enviar e-mail para o Autor

Proposta prevê uma lista de despesas que não serão enquadradas na nova regra fiscal

O texto do novo arcabouço fiscal foi entregue ontem (18) ao Congresso Nacional. A proposta prevê uma lista de despesas que não serão enquadradas na nova regra fiscal. Entre elas, estão as despesas com recursos vindo de transferências dos estados e municípios para a União destinados à execução direta de obras e serviços de engenharia.

Além disso, o Governo excluiu do novo arcabouço a receita obtida com concessões, permissões, dividendos, participações e exploração de recursos naturais.

Nos últimos dias, o ministro dos Transportes, Renan Filho, fez uma série de declarações públicas pedindo que o Governo Federal deixasse de fora da proposta os limites de gastos  em investimentos no setor da Infraestrutura.

Em março, o Ministério da Economia afirmou que somente despesas com o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e com o piso da enfermagem não estariam no novo limite de gastos.

O projeto entregue aos parlamentares prevê que, a cada ano, o crescimento máximo dos gastos públicos seja de 70% do crescimento real da receita primária entre julho e junho. Portanto, se a arrecadação do governo crescer R$ 100 bilhões nesse intervalo, o governo federal poderá ampliar os gastos em até R$ 70 bilhões no próximo ano.

O texto também impõe um segundo limite. Se a arrecadação aumentar muito ou cair, o governo terá que respeitar um intervalo fixo para o crescimento real das despesas.

Os números vão variar entre 0,6% e 2,5% de crescimento real – desconsiderando a inflação do período. Portanto,  as despesas vão sempre crescer, no mínimo, 0,6% acima da inflação e até 2,5%. O novo arcabouço fiscal também prevê que o excedente de arrecadação que poderá ser usado para investimentos ficará limitado a R$ 25 bilhões de 2025 a 2028.

Há ainda, a intenção do governo de em 2024 zerar o rombo fiscal. E assim, nos dois anos seguintes, a previsão da União é gastar  menos do que arrecada.

A nova regra para equilibrar as contas públicas substituirá o teto de gastos aprovado em 2016 que limita o crescimento das despesas à inflação do ano anterior. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, afirmou que pretende colocar o texto em votação até o dia 10 de maio, e que crê em um “bom resultado” na análise do texto pelo Congresso.

Já o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a proposta vai trazer equilíbrio às contas públicas e defendeu cortes em renúncias fiscais. Atualmente, o Governo Federal depende dos parlamentares para a aprovação de dois textos para alavancar a economia do país. São eles: reforma tributária e o novo arcabouço fiscal.

Compartilhe:
TAGS arcabouço fiscal Congresso contas públicas Fazenda lista de despesas regra fiscal
Baixe nosso aplicativo!
Disponível no Google Play Disponível na Apple Store
Código de Compliance Política de Privacidade Termos de Uso
BE News
Instagram
Facebook
Linkedin
Youtube
Telegram
© 2025 BE News | O conteúdo do Portal BE News é protegido por lei. Qualquer reprodução (total ou parcial), sem a prévia autorização, é proibida.
Desenvolvido por: Logo Mosten