quarta-feira, 07 de outubro de 2026
Dolar Com.
Euro Com.
Libra Com.
Yuan Com.
BE News
  • Editorias
    • Nacional
    • Região Norte
    • Região Nordeste
    • Região Centro-Oeste
    • Região Sudeste
    • Região Sul
    • Internacional
    • Portugal
    • Expediente
  • Últimas Notícias
  • Colunas
    • HUB
    • BE Job
    • Mundo Corporativo
    • tecnologia & inovação
    • Espaço Abtra
    • Estilo BE
    • Vitrine
  • Opiniões
Olá,
Jornal BE News - Edição de Hoje

Região Sul

Alckmin sinaliza medidas de crédito para a indústria gaúcha

Atualizado em: 17 de May de 2024 às 17:21
Marília Sena Enviar e-mail para o Autor

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, recebeu, nesta sexta-feira, 17, representantes da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). Segundo Alckmin, o governo federal avalia novas medidas de crédito para a indústria do estado. A principal discussão será em relação aos juros que serão aplicados às operações do setor.

Segundo o ministro, os recursos estão sendo articulados com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. “O presidente Lula tem colocado que não faltarão recursos para ajudar o Rio Grande do Sul. Então, já conversamos com o BNDES, vamos conversar com a Fazenda para definir a questão dos juros, do fundo garantidor e das linhas de crédito. Que devem ser para tudo, desde capital de giro, recomposição de máquinas, equipamentos, prédios, enfim, toda a área de reconstituição”, afirmou.

A Fiergs entregou um documento com os pleitos para a reconstrução do setor. De acordo com a Federação, 90% das fábricas e outros equipamentos de produção industrial do Rio Grande do Sul  foram afetados porque se concentram nas áreas mais atingidas pelas inundações. De acordo com Alckmin, o Planalto avalia  criar um programa de depreciação acelerada direcionado só para o RS.

Segundo o vice-presidente da Fiergs, Arildo Bennech Oliveira, a provável liberação de crédito para o Rio Grande do Sul vai ajudar a manter o emprego de pelo menos 500 mil trabalhadores com carteira assinada. “Estamos trabalhando com a possibilidade de não existir demissões, de conseguirmos fazer um trabalho muito rápido como disse o vice-presidente. A gente precisa ser rápido. É o que estamos fazendo”, explicou.

De acordo com o vice-presidente da Fiergs, a estimativa é de que o setor precise de pelo menos 3 anos para se recuperar da tragédia climática no Rio Grande do Sul. “Se medidas forem tomadas e o dinheiro chegar a tempo, certamente vamos ter um Estado em 3 anos novamente de pé como estava”, completou. A Fiergs também pleiteia mudanças nas regras trabalhistas semelhantes às medidas tomadas durante a pandemia de covid-19, como teletrabalho e redução da jornada.

Compartilhe:
TAGS
Baixe nosso aplicativo!
Disponível no Google Play Disponível na Apple Store
Código de Compliance Política de Privacidade Termos de Uso
BE News
Instagram
Facebook
Linkedin
Youtube
Telegram
© 2025 BE News | O conteúdo do Portal BE News é protegido por lei. Qualquer reprodução (total ou parcial), sem a prévia autorização, é proibida.
Desenvolvido por: Logo Mosten