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Azul amplia capital social
Azul amplia capital social 1
A Azul Linhas Aéreas anunciou que aprovou parcialmente seu aumento de capital social. O aval foi dado pelo conselho de administração da empresa na última semana, no dia 2. A operação resultou na emissão de 96.009.988 novas ações preferenciais, totalizando uma contribuição de R$ 3.082.101.670,46. Como resultado, o capital social foi elevado para R$ 5.397.729.563,14, com 928.965.058 ações ordinárias e 431.796.980 ações preferenciais.
Azul amplia capital social 2
A negociação das novas ações da Azul teve início na B3, a bolsa de valores brasileira, na quinta-feira, dia 3. Os investidores que adquirirem essas ações terão direito a benefícios, como distribuição de lucros e remuneração sobre o patrimônio, que serão declarados a partir deste dia.
Azul amplia capital social 3
No último trimestre do ano passado, a Azul registrou uma melhora em seus indicadores operacionais, apresentando um lucro operacional (Ebitda). Em janeiro, ela havia anunciado a reestruturação de R$14 bilhões em seu balanço, incluindo a eliminação de R$11 bilhões em dívidas e a captação de R$3,1 bilhões em novo capital. A empresa ainda está negociando uma possível combinação de negócios com a Gol, sua concorrente. O processo será analisado pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) apenas no próximo ano.
Joinville-Congonhas 1
A companhia aérea Latam iniciou uma linha direta entre o Aeroporto Lauro Carneiro de Loyola, de Joinville (SC), e Congonhas (SP). O serviço, diário, passou a ser oferecido no final do mês passado, no dia 30, com a utilização de uma aeronave modelo Airbus A320, com capacidade para 180 passageiros.
Joinville-Congonhas 2
Além dos novos voos da LATAM, Joinville já conta com dois voos por dia para Congonhas, feitos pela GOL Linhas Aéreas, com aviões modelo Boeing 737-700 e -800, com capacidades para 138 ou 186 passageiros.
IOT em pauta
A Câmara dos Deputados debate um projeto de lei – o de n. 4635/24 – que prorroga até dezembro de 2030 os benefícios fiscais concedidos aos dispositivos de internet das coisas (IoT). A proposta altera a Lei 14.108/24, que prevê os incentivos tributários até 31 de dezembro deste ano. Para incentivar esse mercado, a Lei 14.108/24 reduziu à zero, por cinco anos, duas taxas e duas contribuições que incidem sobre determinados equipamentos de telecomunicação. O objetivo da medida foi baratear os custos de instalação e operação desses dispositivos.