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Segundo bloco de leilões portuários acontecerá em julho
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O segundo bloco de leilões portuários do Governo Federal será lançado pelo Ministério de Portos e Aeroportos hoje, sexta-feira, em Brasília. Serão ofertados lotes nos complexos marítimos de Vila do Conde (PA), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS) e Maceió (AL), que devem receber investimentos de R$ 1,03 bilhão. os pregões vão ocorrer em julho.
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O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, está confiante nos resultados e espera atrair tanto capital nacional como estrangeiro. “O mercado internacional está colocando o Brasil como uma nova janela de oportunidades”, afirmou.
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Segundo dados da pasta de Portos e Aeroportos, o maior investimento está programado para o terminal VCD29, em Vila do Conde, que irá operar granéis sólidos vegetais, principalmente soja e milho. A concessão, de 25 anos, prevê R$ 908,5 milhões. No Rio de Janeiro, o RDJ07, destinado à movimentação de petróleo offshore, receberá R$ 99,4 milhões em investimentos, também com uma concessão de 25 anos.
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Os outros dois terminais que serão leiloados são o POA26, de Porto Alrege, que terá R$ 21,1 milhões para operação de granéis sólidos por dez anos, e o TMP Maceió, com foco em passageiros e com uma concessão de 25 anos, período no qual deverá receber R$ 3,7 milhões.
Novo presidente
O diretor-presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), Jesualdo Silva, é o novo presidente do conselho gestor do Instituto Brasil Logística (IBL). Jesualdo já estava na diretoria da entidade, mas atuava como vice-presidente. Ele substitui o diretor-executivo do Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de Sâo Paulo (Sopesp), Ricardo Molizas, no cargo. O dirigente do Sopesp, agora, fica como vice. O IBL é o braço técnico da Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura do Congresso Nacional.
Aviso dado
Diante da queda do preço do petróleo, a CEO da Petrobras, Magda Chambriard, foi clara em seu alerta, durante teleconferência nesta semana. O momento é de austeridade e controle de custos. “Quando o preço sobe, nós temos mais conforto para largar as nossas ideias. Quando o preço desce, é hora de apertar os cintos”, destacou. Nesse trimestre, o preço do barril do Brent perdeu US$ 20, caindo de US$ 85 para os atuais US$ 65.