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Restrição no Santos Dumont acaba em 2026
Medidas buscam fortalecer o Galeão, reestruturar a Infraero e destravar investimentos na Margem Equatorial, com expectativa de novos empregos e crescimento regional
Fim de restrições em 2026
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou na última quinta-feira, dia 25, que as restrições de passageiros no Aeroporto Santos Dumont (SDU), no Rio de Janeiro, serão revistas a partir do próximo ano. A medida, inicialmente criada para equilibrar a movimentação entre o SDU e o Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão (GIG), busca fortalecer o Galeão.
Transferência
Atualmente, o Santos Dumont vinha movimentando mais passageiros, apesar de ter uma capacidade menor que o Galeão, que pode atender até 40 milhões de pessoas por ano.
Com a transferência de voos, o governo espera que o movimento no Galeão, que recebeu 14 milhões de passageiros em 2024, alcance 22 milhões em 2026.
Com a Infraero
Costa Filho também comentou sobre o futuro do Santos Dumont, que segue sob gestão da Infraero. O ministro destacou que a concessão do SDU à iniciativa privada não está nos planos do governo no momento. O foco da gestão é fortalecer a Infraero, que passa por uma reestruturação financeira, e preservar o ativo para a aviação regional do Rio de Janeiro.
Foz do Amazonas: boa expectativa
O governador do Amapá, Clécio Luís, considera como certa a concessão da licença ambiental do Ibama para a Petrobras explorar a bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial. A expectativa aumentou após a Aprovação Pré-Operacional (APO) ser confirmada na última quarta-feira, dia 24.
25 simulados
O governador celebrou o sucesso do simulado de resposta a vazamento de petróleo. “É uma bela notícia para o Amapá. Foram aproximadamente 25 simulações de 25 tipos diferentes de acidentes ou situações de risco avaliados pelo Ibama”, declarou no site do governo.
Ajustes
O Ibama solicitou que a Petrobras incorpore ajustes ao seu plano de proteção à fauna para garantir a adequação da estrutura de resposta à região. A Petrobras informou que irá revisar o plano conforme as observações e reapresentaria o documento ao Ibama nessa sexta-feira.
Atração de investimentos
Clécio Luís estima que a perfuração no local deve durar cerca de seis meses. Para ele, a liberação da pesquisa trará a garantia de “mais empregos e renda com novas cadeias produtivas e indústrias, com a atração de novas empresas que já estão aqui prospectando o estado como a fronteira do futuro”.