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Escolha de novo ministro do Tribunal de Contas da União fica para 2027
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), foi aconselhado a adiar para 2027 a escolha do novo ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Trata-se de uma movimentação que pode comprometer um acordo firmado com o Partido dos Trabalhadores desde 2024. A indicação é para a vaga que deverá ser aberta com a aposentadoria compulsória do ministro Aroldo Cedraz, programada para o próximo mês. A cadeira dele é ocupada por meio de um indicação da Câmara, e tem sido disputada pelo União Brasil e o PSD.
Também deverá sair antecipadamente do TCU o ministro Augusto Nardes. O Partido Liberal, do clã Bolsonaro, mira essa cadeira, e o nome ventilado é do deputado federal Altineu Côrtes (PL-RJ), atual primeiro-vice-presidente da Mesa Diretora da casa legislativa.
Lula e Tarcísio
A pesquisa Meio/Ideia divulgou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é o único que alcança o presidente Lula em uma simulação de segundo turno: 44,4% a 42,1%, um empate técnico. Em comparação com outros nomes, Lula leva vantagem: 46% a 39% contra Michelle Bolsonaro, 46,2% a 36% contra Flávio Bolsonaro e 46% a 37% frente a Ratinho Jr. A pesquisa Genial/Quaest também mostrou que Lula lidera os cenários de primeiro turno e, em um segundo turno, Tarcísio aparece, novamente, mais próximo do presidente.
BRB: risco descartado
O Banco de Brasília (BRB) descartou risco de intervenção e afirmou ter suficiência patrimonial para enfrentar os desdobramentos das investigações envolvendo o Banco Master, negando qualquer urgência de aporte de capital. Em nota, o banco informou que avalia a venda de ativos recuperados do Master, para reforçar sua posição financeira e que eventuais medidas de recomposição só serão analisadas após a conclusão de auditorias independentes e das avaliações do Banco Central (BC).
O Ministério da Fazenda também negou que o ministro Fernando Haddad tenha tratado de aporte imediato com o governo do DF ou com a direção do Banco de Brasília. O BRB afirmou ainda que segue operando normalmente, que números não oficiais são especulativos e que o impacto das operações com o Master, incluindo a aquisição de carteiras e investimentos, ainda está em apuração, apesar de reconhecer desenquadramento temporário de limites prudenciais e a exigência, pelo BC, de um plano de solução.