Região Norte
Porto do Itaqui se consolida como principal hub logístico do Arco Norte
Itaqui encerrou 2025 com uma movimentação total de 36.840.941 toneladas, ultrapassando o recorde anterior registrado em 2023
Em 2025, Porto do Itaqui (MA) consolidou sua posição estratégica como o principal hub logístico do Arco Norte do Brasil. O complexo encerrou o ano com uma movimentação total de 36 milhões de toneladas (36.840.941), estabelecendo um novo marco histórico, ultrapassando o recorde anterior registrado em 2023.
O desempenho anual foi impulsionado por um fluxo contínuo de 1.007 atracações ao longo dos doze meses.
Os recordes expressivos foram principalmente nos segmentos de granéis sólidos e líquidos. O grande destaque do ano foi o mês de agosto, quando o terminal atingiu seu pico operacional com 3.859.290 toneladas movimentadas, a maior marca mensal da história do complexo.
Em novembro de 2025, a movimentação de fertilizantes superou o volume total registrado em todo o ano de 2024. O acumulado atingiu 4,14 milhões de toneladas, ultrapassando a marca anterior de 4,03 milhões de toneladas. O mês de novembro foi marcado pelo melhor desempenho histórico para duas cargas específicas: a soja que alcançou o recorde de 578.178 toneladas, superando o melhor marco anterior para o mês, registrado em 2018; Já o fertilizantes também registrou seu melhor novembro histórico com 578.178 toneladas, batendo o recorde mensal estabelecido em 2024.
No segmento de líquidos, o destaque ficou para o GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) em outubro de 2025. O volume de 17.990 toneladas representou a maior movimentação do produto desde 2020, consolidando um novo recorde para o período.
Futuro e sustentabilidade operacional
O encerramento de 2025 com números recordes projeta o Porto do Itaqui para um novo ciclo de crescimento. A consolidação dos quatro lotes do TEGRAM, com destaque para a CLI, que liderou a movimentação com 3,8 milhões de toneladas demonstra a força da parceria entre a gestão pública e a iniciativa privada. Além dela, as operações da ALZ (3,5 milhões), Bunge (3,4 milhões) e TCN (2,8 milhões) foram fundamentais para sustentar o escoamento da safra recorde. Juntos eles somam mais de 13 milhões de toneladas movimentadas.