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Flávio Bolsonaro indica vice da União Progressista em chapa presidencial do PL
O vice de Flávio
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sinalizou que a futura chapa presidencial do PL deve ser composta por um vice da Federação União Progressista (União Brasil/PP). Flávio fez essa consideração após o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, sair do União Brasil para se filiar ao PSD.
Kassab e Tarcísio
O projeto de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, de lançar um candidato da legenda à Presidência da República, terá reflexos na composição da chapa do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A formação do palanque de Tarcísio vai considerar o compromisso com a candidatura de Flávio Bolsonaro. O governador de SP deu declarações públicas afirmando que “vai trabalhar muito” pelo filho 01 de seu padrinho político, Jair Bolsonaro, que cumpre pena de mais de 27 anos de prisão em regime fechado por ter liderado a tentativa de golpe de estado.
Recado dado
Aliados de Tarcísio sinalizaram que Kassab “não pode ter tudo”, e que por isso não seria viável o PSD ter uma vaga estratégica na chapa de Tarcísio, enquanto ele vai dividir agendas e atos de campanha com Flávio Bolsonaro, candidato a presidente do Brasil.
SC e o Supremo
O Governo de Santa Catarina teve de responder ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a decisão de proibir cotas raciais em universidades públicas, privadas e comunitárias que recebem recursos do Estado. Na manifestação enviada ao STF, a pedido do ministro Gilmar Mendes, decano da corte, o executivo estadual elencou uma série de argumentos, entre eles, que a população do estado é a mais branca do Brasil, que não é possível mensurar os resultados e cita categorias “identitárias”.
Lei federal desrespeitada
Para o Supremo, o governo catarinense, ao proibir cotas raciais, ataca a lei federal de cotas, considerada constitucional pela unanimidade do STF. O executivo estadual afirma que, em Santa Catarina, os critérios adotados são sociais, e não raciais. Pela legislação federal, das vagas reservadas a estudantes da rede pública, metade é voltada a alunos com renda familiar mensal per capita de até um salário mínimo, e a outra metade a estudantes com renda superior a esse valor. É dentro de cada uma dessas faixas de renda que há a reserva de vagas para candidatos autodeclarados pretos, pardos, indígenas e quilombolas.
Medida suspensa
A proibição de cotas raciais no estado segue suspensa por uma determinação do Tribunal de Justiça de Santa Catarina.