HUB
Disputa por comando da Alesp expõe tensão entre Eduardo Bolsonaro e Tarcísio
O governador e o filho 03
Os bastidores da política de São Paulo dão conta que a relação entre Eduardo Bolsonaro – filho 03 de Jair Bolsonaro e ex-deputado federal – e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) não está nada bem. Tarcísio estaria articulando contra a indicação de Eduardo para a presidência da Assembleia Legislativa do estado. Enquanto a preferência do membro do clã Bolsonaro é por Gil Diniz, a do governador é por Alex Madureira, que tem perfil mais ‘conciliador’, conforme informação que circula pelos corredores da Alesp.
Conselho de irmão
Eduardo Bolsonaro chegou a criticar publicamente o governador, mas foi contido pelo irmão – e pré-candidato à presidência da República – Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O filho 01 teria pedido ao irmão para adotar um tom mais moderado em suas críticas contra Tarcísio, que é apoiador de Flávio Bolsonaro em sua jornada ao Palácio do Planalto.
Um novo começo
A Frente Parlamentar de Portos e Aeroportos (FPPA) celebrou o início do ano legislativo na quarta-feira (11), em Brasília. A cerimônia reuniu autoridades como Tiago Faierstein, diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), parlamentares membros da FPPA, diretores do Instituto Brasileiro de Infraestrutura (IBI) – braço técnico do colegiado – e representantes do setor de infraestrutura.
Ferrovias
Em entrevista ao canal do IBI, o senador Flávio Nogueira, que é vice-presidente institucional da FPPA, revelou que o grupo passará a dar uma atenção especial às ferrovias. “Não há portos sem ferrovias”, disse o parlamentar, acrescentando que o modal foi praticamente esquecido nas últimas décadas.
As regras de Flávio Dino
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a exploração mineral em terras indígenas, desde que realizada exclusivamente pelos próprios povos originários. A decisão estabelece critérios e condicionantes para garantir autonomia, proteção ambiental e respeito aos direitos constitucionais. O tema é sensível e divide opiniões no Congresso e entre entidades ambientais. A decisão do STF reforça o entendimento de que a atividade não pode envolver terceiros ou grandes empresas e deve respeitar a autodeterminação das comunidades indígenas.