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Antes da campanha, Sílvio Costa Filho articula apoios para o Senado em Pernambuco
Apoio tucano
A campanha eleitoral ainda não começou. Mas o ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho (Republicanos), já vem recebendo manifestações de apoio a seu projeto de se candidatar a uma das vagas do Senado reservada a Pernambuco, seu estado natal. A mais recente veio do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Álvaro Porto (PSDB), com quem Costa Filho se reuniu na última quinta-feira, em Recife.
Na torcida
Após o encontro, o titular da pasta de Portos e Aeroportos afirmou que “Álvaro disse que tem torcido para que eu possa compor a chapa do prefeito João Campos (PSB)”, referindo-se ao chefe do Executivo municipal de Recife e que disputará o Governo de Pernambuco nas eleições deste ano.
Situação indefinida
Sobre o ingresso de Costa Filho na chapa de Campos, as negociações estão apenas começando. E o cenário definitivo só deve surgir a partir de abril, quando vence o prazo para que ocupantes de cargos públicos deixem essas funções para se candidatar.
Cautela
A Receita Federal dispensou da função de chefia um servidor que foi alvo de operação da Polícia Federal, por suspeita de envolvimento em vazamento de dados fiscais sigilosos. A medida administrativa foi adotada após a deflagração da ação policial, que apura possível acesso e compartilhamento indevido de informações protegidas. Em nota, a Receita afirmou que a dispensa tem caráter cautelar e visa garantir a regularidade das investigações, além de preservar a credibilidade institucional do órgão. O caso segue sob apuração da PF, que busca identificar a extensão do vazamento e eventuais beneficiários das informações.
O sonho de Hélio Lopes
O deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ) oficializou sua intenção de disputar uma vaga de ministro no Tribunal de Contas da União (TCU). A escolha será feita pela Câmara dos Deputados, responsável por indicar um dos integrantes da Corte, que atua na fiscalização das contas públicas e na análise de contratos e gastos da União. A movimentação intensifica as articulações políticas em torno da sucessão de ministros do TCU, cargo considerado estratégico pelo peso institucional e pela influência sobre decisões que impactam o Executivo e o Legislativo. A definição dependerá da construção de maioria entre os parlamentares.