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PL fecha aliança com PP e União Brasil para disputar governo do Rio contra Eduardo Paes
A aliança do PL
Após reunião entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), o Partido Liberal fechou aliança com a federação do Progressistas e do União Brasil para formar palanque no Rio de Janeiro. Dessa forma, a legenda se coloca contra o prefeito da capital fluminense, Eduardo Paes, do PSD, pré-candidato ao governo do estado. A chapa do PL deverá ser liderada pelo secretário das Cidades, Douglas Ruas (PL), pré-candidato ao governo do Rio, ao lado de Rogerio Lisboa (PP), ex-prefeito de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Para as cadeiras do Senado deverão concorrer Cláudio Castro e o prefeito de Belford Roxo, também na Baixada, Márcio Canella (União Brasil).
Baixa no PT
O Partido dos Trabalhadores, em breve, vai sofrer uma baixa no Ceará: a deputada federal Luizianne Lins anunciou que deixará a legenda. Ela estaria negociando a filiação com a Rede-Sustentabilidade, sendo a presidente estadual da sigla. Luizianne vinha reclamando da dificuldade de acesso ao governador Elmano de Freitas por pelo menos um ano.
Outras razões
O distanciamento entre Luizianne e o ex-governador do CE e atual ministro da Educação, Camilo Santana, também colaborou para a decisão de deixar o PT. Deixando o Partido dos Trabalhadores para trás, ela dá sinais que deverá concorrer ao Senado pela Rede.
A pena de Marçal
Empresário, ex-coach e ex-candidato a prefeito de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB) está proibido de sair de Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo, pelos próximos dois anos, sem autorização judicial. Marçal ainda está proibido de frequentar locais específicos, como casas de prostituição. As decisões são da juíza Maria Elizabeth Bortoloto, da 386ª Zona Eleitoral de Barueri, resultantes de um acordo homologado no âmbito da ação penal eleitoral movida contra Marçal pelo atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (PSOL), em resposta à divulgação de um lado médico falso às vésperas do primeiro turno da eleição para prefeito, em outubro de 2024. Marçal exibiu em seu perfil nas redes sociais um papel que dizia que Boulos havia consumido cocaína. Ao longo da campanha, o ex-coach fez diversas insinuações de que seu adversário era usuário de drogas.