Finanças
Ibovespa cai 0,81%, a 176,2 mil pontos
A semana também fechou negativa (-0,61%) pela sexta vez consecutiva. No ano, o índice da B3 registra avanço de 9,36%
O Ibovespa conseguiu acomodar as perdas abaixo de 1% no fechamento da sessão desta sexta-feira, 22, acima dos 176 mil, após ter flertado mais cedo com o nível dos 174 mil pontos na mínima do dia.
Apesar da contenção do ajuste, e de ter registrado alta nas duas sessões anteriores, o índice da B3 não evitou nova retração na semana, agora de 0,61%. Foi a sexta semana consecutiva no campo negativo, em intervalo que retrocede a meados do mês passado, logo após ter renovado recordes em 14 de abril.
Desde então, no agregado de 26 sessões, o Ibovespa registrou alta em apenas oito – ou seja, em menos de um terço delas. Nesta sexta, oscilou entre 174.893,37 e 177.648,58 pontos, em máxima do dia correspondente ao nível de abertura.
Ao fim, marcava 176.209,61 pontos, em baixa de 0,81% na sessão, com giro moderado a R$ 21,0 bilhões. Em maio, o Ibovespa recua 5,93%, limitando o avanço do ano a 9,36%.
Nomes do setor metálico se desgarraram da correção, o que incluiu ao fim Vale (ON +0,57%), além de Gerdau (PN +2,17%) e, em especial, CSN (ON +6,15%) e Usiminas (PNA +5,61). Mas o dia foi majoritariamente negativo para outros carros-chefes, como Petrobras (ON -0,30%, PN -1,05%) e bancos (Itaú PN -1,72%, Santander Unit -1,78%, Bradesco ON -0,96% e PN -1,56%).
Na ponta ganhadora, além de CSN e Usiminas, destaque também para Azzas (+3,86%). No lado oposto, Minerva (-6,20%), MBRF (-4,05%) e Cyrela (-3,93%).