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Bruno Dantas avalia convite para comandar a Avibras
Ministro do TCU recebeu proposta para liderar a empresa do setor de defesa, que tem a J&F entre os investidores mas decisão depende do cenário para uma eventual indicação ao STF
O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas recebeu um convite para atuar no setor privado. Ele ficaria à frente da Avibras, companhia criada em 1961 e especializada em produtos e serviços de defesa. A empresa conta, entre seus investidores, com o empresário Joesley Batista, controlador da J&F. A resposta de Dantas só não foi dada ainda pois ele passou a ser cotado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), uma opção que seria apoiada tanto por colegas do TCU como por lideranças do Senado. O ministro deve definir seu futuro profissional nas próximas semanas.
Nova diretora na Gol
A executiva Daniela Guillen é a nova diretora de Experiência do Cliente (CX) da Gol Linhas Aéreas. Sua contratação foi anuncida nessa sexta-feira, dia 3. Com mais de 20 anos de experiência, ela já atuou como diretora de Produtos e CX na Sem Parar e foi gerente executiva de Marketing na Nextel Brasil e na Vivo. Com graduação em Administração de Empresas e pós-graduação em Economia e Marketing, Daniela construiu sua carreira nas áreas de Qualidade, Produtos, Design e Customer Experience.
Marca histórica
O Porto de Santos (SP) deve atingir neste ano a marca histórica de 100 milhões de TEU movimentados desde o início de suas operações com contêineres, nos anos 1970. A projeção considera o ritmo atual de crescimento: em 2025, o complexo marítimo movimentou 5,9 milhões de TEU, alta de 7,7% sobre o ano anterior, e a previsão para 2026 é superar os 6 milhões de TEU.
Made in Brazil
As exportações brasileiras para os Estados Unidos cresceram 3,7% em junho na comparação anual, totalizando US$ 3,472 bilhões, ante US$ 3,347 bilhões em junho de 2025. É a primeira alta nas vendas ao mercado americano desde julho do ano passado, quando as exportações ainda cresciam antes de o governo Trump impor sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros.
O crescimento, porém, é enganoso: foi puxado por preços mais altos, não por mais volume exportado. Segundo o diretor do Departamento de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Herlon Brandão, o volume físico das exportações para os EUA ainda caiu 6,6% em junho. “Havia crescido em julho do ano passado, os meses subsequentes apresentaram queda, agora voltou a crescer — visto que o volume de exportações para os Estados Unidos ainda está em queda”, explicou.