quarta-feira, 07 de outubro de 2026
Dolar Com.
Euro Com.
Libra Com.
Yuan Com.
BE News
  • Editorias
    • Nacional
    • Região Norte
    • Região Nordeste
    • Região Centro-Oeste
    • Região Sudeste
    • Região Sul
    • Internacional
    • Portugal
    • Expediente
  • Últimas Notícias
  • Colunas
    • HUB
    • BE Job
    • Mundo Corporativo
    • tecnologia & inovação
    • Espaço Abtra
    • Estilo BE
    • Vitrine
  • Opiniões
Olá,
Jornal BE News - Edição de Hoje

Petróleo e Gás

AIE projeta demanda mais alta e reduz estimativas de oferta global até 2026

Atualizado em: 12 de December de 2025 às 11:40
Da Redação Enviar e-mail para o Autor

Revisão aponta queda de 610 mil barris por dia em novembro e menor excedente no fim de 2025, com impacto de sanções e cortes da Opep+

A Agência Internacional de Energia (AIE) elevou sua projeção para a alta na demanda global por petróleo em 2025, de 790 mil bpd no relatório anterior para 830 mil bpd, e também para o próximo ano, de 770 mil bpd para 860 mil.

Em relatório mensal divulgado nesta quinta-feira, 11, a agência ajustou para baixo suas previsões de crescimento da oferta, para 3 milhões de bpd em 2025 e 2,4 milhões de bpd em 2026, respectivamente, ante estimativas anteriores de 3,1 milhões e 2,5 milhões de bpd.

Em relação ao quarto trimestre de 2025, a agência avaliou que a projeção de excedente global de petróleo diminuiu desde o relatório do mês passado, com a interrupção abrupta do crescimento contínuo da oferta global. Notavelmente, a oferta global de petróleo em novembro caiu 610 mil barris por dia. A Opep+ foi responsável por mais de três quartos da queda total, liderada pela Rússia e Venezuela, países afetados por sanções. As exportações russas de petróleo caíram 420 mil barris por dia em novembro, o que, combinado com a queda dos preços, reduziu as receitas para US$ 11 bilhões, US$ 3,6 bilhões a menos do que no ano anterior.

Após enfrentar paradas não planejadas significativas em refinarias em novembro, a pressão nos mercados de produtos refinados diminuiu, mas as sanções no primeiro trimestre de 2026 trarão novos desafios. O forte contraste entre o aumento da oferta de petróleo bruto e a inesperada escassez nos mercados de produtos refinados fez com que as margens de refino retornassem a níveis vistos pela última vez após a invasão da Ucrânia pela Rússia, diz a AIE.

Mercado

Os contratos futuros de petróleo fecharam a sessão desta quinta-feira, 11, em queda, apesar do dólar fraco e da elevação nas projeções de demanda tanto da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) quanto da AIE. O movimento iniciou cedo, com a pressão da proposta de paz apresentada pela Ucrânia e o impacto moderado do dólar enfraquecido após o Federal Reserve reduzir as taxas de juros na véspera. O petróleo WTI para janeiro, negociado na Nymex, encerrou em baixa de 1,47% (US$ 0,86), a US$ 57,60 o barril, enquanto o Brent para fevereiro, negociado na ICE, recuou 1,49% (US$ 0,93), a US$ 61,28.

Ao longo do dia, as cotações aprofundaram as perdas após indicadores dos Estados Unidos mostrarem alta mais forte que o esperado nos pedidos de auxílio-desemprego, além de importações menores na balança comercial americana. O cenário ocorreu apesar da elevação das projeções de demanda global para 2025 e 2026 e da revisão para baixo da oferta estimada pela AIE, enquanto a Opep manteve sua previsão para o próximo ano. Em nota, a Investec apontou que preocupações sobre sobreoferta ainda persistem, embora “haja considerável incerteza sobre a escala desse excedente”. (Estadão Conteúdo)

 

Compartilhe:
TAGS
Baixe nosso aplicativo!
Disponível no Google Play Disponível na Apple Store
Código de Compliance Política de Privacidade Termos de Uso
BE News
Instagram
Facebook
Linkedin
Youtube
Telegram
© 2025 BE News | O conteúdo do Portal BE News é protegido por lei. Qualquer reprodução (total ou parcial), sem a prévia autorização, é proibida.
Desenvolvido por: Logo Mosten