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Brics se opõe a guerra tarifária e pede reforma na OMC
Contra a guerra tarifária 1
O encontro dos ministros das Relações Exteriores do Brics foi encerrado nessa terça-feira, dia 29, sem que houvesse uma declaração conjunta do grupo. Mas, de acordo com o chanceler brasileiro Mauro Vieira, os representantes dos 11 países membros e dos demais convidados chegaram a um consenso em se opor à guerra tarifária global.
Contra a guerra tarifária 2
“Eu gostaria de destacar o firme rechaço de todos à ressurgência do protecionismo comercial e ao uso de medidas não tarifárias sob pretextos ambientais. A reforma da OMC (Organização Mundial do Comércio) e a plena retomada de seu órgão de solução de controvérsias são essenciais na visão de todos”, declarou o ministro Mauro Vieira.
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Perguntado sobre a disputa tarifária entre a China e os Estados Unidos e se ela poderia beneficiar o Brasil, Vieira optou por destacar o posicionamento do País de respeito às normas globais. “Brasil e China têm uma relação muito importante. Temos 200 anos de relações com outros países, como a Argentina. O Brasil é um ator global. Procuramos sempre que haja relações baseadas no direito internacional e respeito às regras. E é isso que vamos continuar fazendo. Sempre prontos a conversar com todos”, afirmou.
Produção em alta 1
A produção de petróleo e gás da Petrobras, no 1º trimestre deste ano, registrou um aumento de 5,4%, chegando a 2,77 milhões de barris de óleo equivalente por dia (MMboed). Segundo a companhia, o crescimento foi possível em função, principalmente, do menor volume de perdas por paradas para manutenções; da melhor eficiência operacional na Bacia de Santos; da entrada em produção do navio flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO) Almirante Tamandaré, no campo de Búzios; e do FPSO Marechal Duque de Caxias, no campo de Mero.
Produção em alta 2
A diretora de Engenharia, Tecnologia e Produção da Petrobras, Renata Baruzzi, afirmou que “a entrada em operação do FPSO Almirante Tamandaré é estratégica para a Petrobras e representa ampliação de produção no campo de Búzios de forma sustentável e inovadora. Além de ser uma plataforma de alta capacidade, com potencial para produzir até 225 mil barris de óleo e processar 12 milhões de metros cúbicos de gás por dia, possui tecnologias modernas de descarbonização, possibilitando aumento da eficiência e redução das emissões”.