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Estudo conclui que o mercado nacional de combustíveis seguirá crescendo no curto prazo
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O mercado nacional de combustíveis seguirá crescendo no curto prazo, principalmente a demanda por óleo diesel, etanol e gás liquefeito de petróleo (GLP). A conclusão é do estudo técnico divulgado nesta semana pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME). As projeções ainda indicam que, apenas neste ano, o País deve consumir 3 bilhões a mais de litros de combustíveis, na comparação com o exercício anterior.
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Para o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, os dados reforçam a relevância das ações estratégicas do Governo Federal. “Seguiremos firmes na missão de garantir o abastecimento energético de forma segura, eficiente e inclusiva. O crescimento da demanda nos impõe a responsabilidade de continuar investindo em infraestrutura, sustentabilidade e políticas sociais, como o programa Gás para Todos”, afirmou.
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O relatório da EPE ainda aponta um aumento contínuo no consumo de diesel, reflexo da retomada da atividade econômica e do crescimento da demanda por transporte de cargas. E destaca o papel do etanol na matriz de transportes, impulsionado por uma safra promissora e pelos mandatos de mistura, além do crescimento do consumo de GLP, essencial para os lares brasileiros, em função do programa Gás Para Todos, que visa ampliar o acesso ao gás de cozinha para mais de 20 milhões de famílias.
Sustentabilidade
A atualização da lei sobre concessões público-privadas deve estar alinhada à agenda de sustentabilidade e incluir o debate sobre os seguros das concessões já realizadas, destacou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, em evento em Brasília nesta semana, Segundo o titular da pasta, “essas novas concessões precisam dialogar com a nova agenda de sustentabilidade mundial e com as possíveis dificuldades ambientais que o Brasil possa enfrentar”.
Pejotização
Instituições que representam advogados, procuradores e juízes do setor trabalhista criticaram a decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que na última segunda-feira, dia 14, suspendeu todos os processos sobre pejotização na Justiça. Ou seja, todos os casos devem ficar parados até que o plenário do Supremo julgue um entendimento definitivo sobre a pejotização.