quarta-feira, 07 de outubro de 2026
Dolar Com.
Euro Com.
Libra Com.
Yuan Com.
BE News
  • Editorias
    • Nacional
    • Região Norte
    • Região Nordeste
    • Região Centro-Oeste
    • Região Sudeste
    • Região Sul
    • Internacional
    • Portugal
    • Expediente
  • Últimas Notícias
  • Colunas
    • HUB
    • BE Job
    • Mundo Corporativo
    • tecnologia & inovação
    • Espaço Abtra
    • Estilo BE
    • Vitrine
  • Opiniões
Olá,
Jornal BE News - Edição de Hoje

Sudeste Export

Falta de regulação e financiamento desafiam descarbonização dos transportes

Atualizado em: 25 de September de 2024 às 8:24
Vanessa Pimentel Enviar e-mail para o Autor

Debate no Fórum Sudeste Export evidencia barreiras para empresas que buscam reduzir emissões de gases de efeito estufa

A falta de alinhamento com a política de descarbonização global e de regulamentação, bem como de financiamentos específicos, são alguns dos desafios enfrentados por empresas que querem zerar ou reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) de suas operações. O tema foi debatido durante o painel “Descarbonização no setor de transportes”, exposto no Fórum Sudeste Export, nos dias 16 e 17 de setembro.

Participaram da conversa Larissa Amorim, diretora de Sustentabilidade da Secretaria-Executiva do Ministério de Portos (MPor); Danilo Veras, head de Public Affairs da Maersk para a América Latina, e Anderson Abreu, gerente geral de Relacionamento Institucional e Governamental da VLI. A moderação foi feita por Núria Bianco, jornalista e apresentadora da Rede BE News.

Danilo disse que apenas as iniciativas privadas não conseguirão dar conta de “entregar a descarbonização”. Para ele, o Governo precisa se debruçar sobre o tema para regulamentar o setor e oferecer segurança jurídica às empresas que querem realizar mudanças visando tornar suas operações mais sustentáveis.

“O Governo precisa ter uma régua para medir isso. A gente (empresa) pode até se incomodar, mas precisa ser feito”, disse Veras.

Já Anderson citou que a descarbonização dos portos passa também pela integração com o modal ferroviário nacional, que hoje ocupa o oitavo lugar no mundo em termos de tamanho de malha.

“Tem que migrar do modal rodoviário para o ferroviário, por inteligência e estratégia. Temos dados que mostram que, se o modal ferroviário aumentar, a movimentação de cargas (por trens) cresce de 21% para 40% até 2035 no país. E para essa expansão, precisamos de três pilares: o primeiro é abrir novas concessões (ferroviárias); o segundo é a renovação antecipada das concessões, que antecipam os investimentos; e o terceiro são as autorizações ferroviárias”, pontuou.

Já Larissa Amorim ressaltou que o MPor está criando uma política pública sobre descarbonização que, entre outras diretrizes, trará mecanismos para que o setor consiga acesso a linhas de crédito melhores em projetos de sustentabilidade.

Eduardo Nery, diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) fez uma rápida participação por vídeo no início do painel e destacou as duas agendas prioritárias do órgão sobre o tema.

A primeira é o “Diagnóstico de Descarbonização, Infraestrutura e aplicações do Hidrogênio nos Portos”, que está sendo feito em parceria com o MPor e a alemã Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ); e a segunda é o inventário de emissão de carbono do setor aquaviário brasileiro.

Compartilhe:
TAGS descarbonização Sudeste Export sustentabilidade
Baixe nosso aplicativo!
Disponível no Google Play Disponível na Apple Store
Código de Compliance Política de Privacidade Termos de Uso
BE News
Instagram
Facebook
Linkedin
Youtube
Telegram
© 2025 BE News | O conteúdo do Portal BE News é protegido por lei. Qualquer reprodução (total ou parcial), sem a prévia autorização, é proibida.
Desenvolvido por: Logo Mosten