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Federação é prioridade para MDB e Republicanos, dizem ministros
Parceria política
A federação entre o MDB e o Republicanos foi defendida pelos ministros Renan Filho (Transportes) e Jader Filho (Cidades), ambos do MDB, nessa sexta-feira, dia 6, em evento em Guarujá, no Litoral de São Paulo. E eles destacaram que a parceria entre as duas legendas, necessária para manter a importância dos dois grupos, deve ser concluída rapidamente.
Série A
Renan Filho destacou que “o namoro do MDB com o Republicanos vai muito bem. Ou fazemos uma federação e vamos para 100 deputados na Câmara e a maior bancada do Senado, ou vamos para a ‘série B’ da política. E não combina com o MDB ir para a ‘série B’ e ficar pequenininho enquanto os outros partidos estão crescendo”.
Corte em benefícios
Os dois ministros também defenderam que o Governo Federal realize “um corte linear” na concessão de benefícios tributários, com o objetivo de melhorar os gastos públicos. “Cortar o gasto tributário nesse momento é fundamental para ajudar no caminho da estabilidade fiscal do Brasil. O Brasil tem indicadores macroeconômicos bons, economia está bem agora, mas precisamos ter crescimento sustentável”, comentou Renan Filho, complementando que este é o momento de se fazer essas alterações pois a economia nacional está em um bom momento.
Sem correção
O Tribunal de Contas da União (TCU) evitou que o Governo Federal tivesse uma dívida bilionária com a Companhia Docas de Imbituba (CDI), antiga administradora privada do Porto de Imbituba (SC). Na última quarta-feira, dia 4, a corte de contas rejeitou a correção da dívida da União com a empresa, mantendo a cifra em R$ 7,2 milhões. Havia a proposta de multiplicá-la por 454, chegando a R$ 3,2 bilhões, mas ela foi vetada por cinco votos a três.
Vetada
O aumento da dívida – uma indenização à CDI pelos investimentos feitos no Porto de Imbituba durante os 70 anos de sua concessão, encerrada em 2012 – foi defendido pelo relator do caso, o ministro Aroldo Cedraz, e pelo revisor, Jhonatan de Jesus. E teve um voto do ministro Augusto Nardes, Mas a proposta foi criticada por duas áreas técnicas do TCU e pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o que levou o ministro Bruno Dantas a votar contra, sendo seguido por Antonio Anastasia, Jorge Oliveira, Benjamin Zymler e Walton Alencar.