quarta-feira, 07 de outubro de 2026
Dolar Com.
Euro Com.
Libra Com.
Yuan Com.
BE News
  • Editorias
    • Nacional
    • Região Norte
    • Região Nordeste
    • Região Centro-Oeste
    • Região Sudeste
    • Região Sul
    • Internacional
    • Portugal
    • Expediente
  • Últimas Notícias
  • Colunas
    • HUB
    • BE Job
    • Mundo Corporativo
    • tecnologia & inovação
    • Espaço Abtra
    • Estilo BE
    • Vitrine
  • Opiniões
Olá,
Jornal BE News - Edição de Hoje

Região Sudeste

Marinha anuncia lançamento de Escola de Drones em 2026

Atualizado em: 4 de December de 2025 às 11:27
Da Redação Enviar e-mail para o Autor

Anúncio foi feito durante workshop no Rio, que reuniu mais de 400 participantes e serviu de base para estruturar os primeiros cursos

O Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil anunciou que, a partir do próximo ano, o Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo (CIASC), no Rio de Janeiro, terá uma Escola de Drones. 

A novidade foi apresentada durante o Workshop sobre o Emprego de Drones e o Campeonato de Drones Militares, realizado no fim de novembro, nas dependências do CIASC. 

A criação da escola marca um passo importante na modernização dos treinamentos da força, que vem ampliando o uso desses equipamentos em atividades de reconhecimento, instrução e apoio às operações.

Segundo o comandante do Centro de Instrução, almirante Luis Manuel de Campos Mello, o novo espaço vai nascer diretamente das experiências coletadas durante o evento. “As lições aprendidas nesse evento serão importantes para estruturar a futura Escola de Drones do Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo, que será criada ainda em 2026. Inicialmente, o curso será para militares da Marinha, podendo, no futuro, ser expandido para outras Forças”, explicou. Ele adiantou que os primeiros cursos serão voltados aos drones dos tipos 0 e 1, que dispensam formação profissional de piloto.

A programação do workshop mostrou por que a escola chega em um momento oportuno. As palestras nacionais e internacionais reuniram mais de 400 participantes e formaram um painel amplo sobre as novas aplicações dos drones, tanto no ambiente militar quanto no civil. O pesquisador Diego Sabá, tutor das linhas de estudo sobre ações aeronavais, afirmou que o encontro funcionou como um laboratório para futuras doutrinas. 

“Tudo o que observarmos aqui — as táticas que funcionaram, as adaptações que as equipes fizeram nos equipamentos, as formas de emprego criativas — será analisado e transformado em Lições Aprendidas”, disse. 

O objetivo é que esse conteúdo atualize currículos e manuais e acelere a criação de novos procedimentos de adestramento.

Os debates foram organizados em três painéis: drones em conflitos contemporâneos, drones nas Forças Armadas e drones em ambiente urbano. Especialistas brasileiros e estrangeiros discutiram avanços tecnológicos, desafios operacionais e maneiras de integrar a criatividade dos operadores ao uso tático dos equipamentos. Para a policial civil Brunna Lopes, uma das convidadas do painel urbano, a experiência reforça como essa tecnologia já faz parte do cotidiano das operações. “Hoje, vejo que os drones revolucionaram tanto as nossas operações, quanto as investigações e as ações de inteligência”, afirmou.

Vitrine

O campeonato militar realizado paralelamente também serviu de vitrine para identificar talentos e soluções. A disputa teve quatro categorias. Na modalidade “Manobra”, o vencedor foi o soldado Gabriel de Ávila, do Centro de Instrução. Em “Ataque Simulado”, venceu o cabo Romulo Alves, da Polícia Militar do Rio de Janeiro. O primeiro lugar em “Reconhecimento” ficou com o soldado Ryan Pereira Santos, do Batalhão de Combate Aéreo. Já em “Inovação”, o ganhador foi o segundo-sargento Rodrigo da Silva Leal. Cada prova colocou as equipes diante de desafios de precisão, análise rápida e adaptação, avaliando tanto a técnica quanto a capacidade de resolver problemas táticos em cenários de pressão.

Além de palestras e competições, o evento teve uma mostra de equipamentos de empresas e universidades, com modelos nacionais e sistemas voltados ao reconhecimento. Para Diego Sabá, iniciativas como essa ajudam a preparar melhor as tropas. 

“O drone atua hoje como um multiplicador de força”, afirmou, ao destacar o papel desses equipamentos no reconhecimento, no apoio logístico e até no combate direto, como demonstram conflitos recentes. Segundo ele, essa combinação entre tecnologia e preparo humano fortalece a segurança das tropas e aumenta a eficiência das missões.

Compartilhe:
TAGS drone Marinha rio de janeiro
Baixe nosso aplicativo!
Disponível no Google Play Disponível na Apple Store
Código de Compliance Política de Privacidade Termos de Uso
BE News
Instagram
Facebook
Linkedin
Youtube
Telegram
© 2025 BE News | O conteúdo do Portal BE News é protegido por lei. Qualquer reprodução (total ou parcial), sem a prévia autorização, é proibida.
Desenvolvido por: Logo Mosten