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Ministro quer abrir mercado aéreo para empresa estrangeiras

Atualizado em: 27 de January de 2025 às 9:07
Leopoldo Figueiredo Enviar e-mail para o Autor

Mercado aéreo
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou que está conversando com empresas aéreas de outros países e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), para abrir o mercado doméstico brasileiro para operadores estrangeiros. Hoje, só empresas brasileiras são autorizadas a operar nacionalmente. A alteração depende de mudanças na legislação. “O Brasil tem 98% da sua aviação nas mãos de três companhias. É uma grande concentração. Mas é algo global. Tenho me dedicado a fortalecer a possibilidade de rotas e novos voos internacionais para o Brasil, e isso vem acontecendo”, afirmou, em recente entrevista.

 

Nova pista
A construção da terceira pista de pouso e decolagem do Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), começará no próximo semestre, com entrega prevista para dezembro de 2026. As informações são da CCR Aeroportos. Nas últimas semanas, a empresa, junto com a Prefeitura de São José dos Pinhais e o governo estadual conseguiram resolver as demandas necessárias para a obra, como a desapropriação de terrenos e a definição de contrapartidas viárias.

Retidos em Paranaguá 1
Um impasse sobre o destino de um carregamento de farelo e suspeitas de fraude estão mantendo cerca de 50 caminhoneiros retidos no Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá (PR) há mais de uma semana. A carga veio do Alto Araguaia, no Mato Grosso, a 1.453 quilômetros do complexo marítimo, onde deveria ser exportada. Mas, ao ser inspecionada, acabou sendo reprovada por suspeita de contaminação com areia e, portanto, considerada adulterada.

 

Retidos em Paranaguá 2
Diante da reprovação, os caminhões carregados permanecem no pátio, e os motoristas esperam que a empresa responsável pelo farelo indique um local para descarte, o que permitirá que sigam viagem. Mas a companhia nega que o farelo tenha qualquer irregularidade, informando que ele atende aos padrões da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) e gerando o impasse.

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