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MPor confirma nova etapa de obras do túnel Santos-Guarujá
Para fevereiro
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, confirmou que a ordem de serviço para o início das obras do túnel Santos–Guarujá, no Porto de Santos (SP), será anunciada na primeira semana de fevereiro de 2026. O projeto, um dos mais aguardados da história da infraestrutura nacional, será realizado por meio de uma parceria entre o Governo Federal e o Governo do Estado de São Paulo. O ministro classificou a obra como “estratégica” e ressaltou que ela terá um impacto profundo no crescimento econômico da Baixada Santista e de todo o estado.
Agenda paulista
Além da ligação seca entre as duas cidades, Silvio Costa Filho detalhou uma agenda robusta de concessões e melhorias logísticas planejadas para São Paulo. Entre os destaques estão a preparação para o leilão de arrendamento do terminal do Porto de São Sebastião; a concessão do Tecon Santos 10, um megaterminal de contêineres a ser implantado no cais santista; novos investimentos em acessos e tecnologia no complexo de Santos; e aportes financeiros para modernizar aeroportos no interior e litoral do estado.
‘Quando São Paulo vai bem …”
Segundo o ministro, essas ações integram uma política nacional para fortalecer a competitividade da cadeia produtiva brasileira. “Quando São Paulo vai bem, o Brasil vai bem”, reforçou Costa Filho, sinalizando que o estado continuará no centro das prioridades da pasta nos próximos anos.
Pena de morte
Também nessa segunda-feira, o ministro Silvio Costa Filho defendeu que o Governo Federal considere a adoção de medidas mais extremas no combate ao feminicídio, citando a pena de morte como uma possibilidade de punição para autores desse crime no Brasil. Ele justificou sua posição mencionando a gravidade de casos recentes de violência doméstica. “Semana retrasada eu vi um cidadão que matou a esposa na frente dos filhos. Um cidadão desse não tem jeito. O Brasil precisa avaliar até a pena de morte para esse tipo de indivíduo”, declarou.
Penas mais severas
Embora a Constituição Brasileira proíba a pena de morte (salvo em caso de guerra declarada), Costa Filho argumentou que o País precisa avançar na revisão das tipificações criminais e na aplicação de castigos mais severos.