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Pane técnica em aeroportos de SP causa atrasos nacionais, mas operações são normalizadas nesta sexta-feira
Aeroportos normalizados
As operações nos principais aeroportos de São Paulo — Congonhas, Guarulhos e Viracopos — foram normalizadas nessa sexta-feira, dia 10, após uma pane técnica que paralisou o tráfego aéreo paulista no dia anterior. O incidente, classificado pelo presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Tiago Chagas, como um “caso pontual”, gerou um efeito cascata que atrasou 30% dos voos em todo o território nacional.
A causa do problema
Diferente das especulações iniciais sobre uma falha sistêmica, Chagas esclareceu que o problema foi causado por um princípio de fumaça detectado do lado de fora do prédio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DCEA). Por precaução, devido ao sistema de refrigeração que poderia sugar a fumaça para o ambiente fechado dos controladores, o edifício foi evacuado por 30 minutos. Embora o tempo de evacuação tenha sido curto, a interrupção foi suficiente para desestruturar a malha aérea de Congonhas, onde 48% dos voos registraram atrasos superiores a meia hora.
Horário ampliado
Para mitigar o “caos aéreo” gerado pela paralisação, as autoridades estenderam o horário de funcionamento de Congonhas em uma hora na noite de quinta-feira. Na manhã de sexta-feira, a assessoria de imprensa do aeroporto confirmou que os pousos e decolagens seguiram o cronograma previsto.
Reservas ampliadas
O Brasil consolidou uma posição de destaque no cenário energético global com a divulgação do Boletim Anual de Recursos e Reservas pela ANP nessa sexta-feira, dia 10. O País fechou o ano de 2025 com um volume recorde de 17,488 bilhões de barris de petróleo em reservas provadas, o que representa uma expansão de 3,84% e reforça a segurança nacional em um momento de extrema volatilidade no mercado internacional. Este crescimento foi impulsionado por um índice de reposição de reservas de 147,03%, o que significa que, para cada 100 barris extraídos do solo brasileiro no último ano, a indústria conseguiu identificar e provar a existência de outros 147 barris, garantindo a incorporação líquida de mais de 2 bilhões de barris à riqueza da nação.
O papel do pré-sal
Os dados reafirmam que o futuro da energia brasileira permanece ancorado nas camadas ultraprofundas do oceano, uma vez que o pré-sal detém sozinho 82% de todas as reservas provadas de petróleo.