quarta-feira, 07 de outubro de 2026
Dolar Com.
Euro Com.
Libra Com.
Yuan Com.
BE News
  • Editorias
    • Nacional
    • Região Norte
    • Região Nordeste
    • Região Centro-Oeste
    • Região Sudeste
    • Região Sul
    • Internacional
    • Portugal
    • Expediente
  • Últimas Notícias
  • Colunas
    • HUB
    • BE Job
    • Mundo Corporativo
    • tecnologia & inovação
    • Espaço Abtra
    • Estilo BE
    • Vitrine
  • Opiniões
Olá,
Jornal BE News - Edição de Hoje

HUB

Planalto entra em confronto com aliados após derrotas no Senado e no Congresso

Atualizado em: 2 de May de 2026 às 9:36
Leopoldo Figueiredo Enviar e-mail para o Autor

Aliados infiéis

A crise política no Palácio do Planalto escala para um patamar de confronto direto, após a semana de “humilhação” que resultou na rejeição, pelo Senado, da indicação do advogado-geral da União Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) e, ainda, na derrubada do veto ao projeto de lei da Dosimetria, esse nas duas casas legislativas. O Governo, que inicialmente focava sua artilharia no presidente do Senado, Davi Alcolumbre, passou a mirar também aliados “infiéis” do MDB e do PSD. A leitura do núcleo duro do Planalto — que inclui a Casa Civil e a Secretaria de Relações Institucionais — é que esses partidos operaram nas sombras, aproveitando o voto secreto para impor derrotas estratégicas ao presidente Lula.

No Amazonas

O epicentro da traição dos dois partidos foi localizado no Amazonas, onde dois pilares do governismo no Senado, Eduardo Braga (MDB) e Omar Aziz (PSD), votaram contra os interesses do Planalto. A motivação, segundo interlocutores, é puramente eleitoral e regional. Eduardo Braga e Omar Aziz estariam reagindo ao movimento do PT amazonense, que pretende lançar Marcelo Ramos ao Senado em 2026, ameaçando suas reeleições. 

Vendetta

A resposta do Planalto a essas “traições” será administrativa e cirúrgica. Assim como ocorrerá com Alcolumbre, a expectativa é que uma onda de exonerações de indicados do MDB e do PSD tenha início nos próximos dias. O Governo pretende retomar o controle da máquina federal, removendo nomes ligados aos senadores “rebeldes” em cargos de segundo e terceiro escalão, especialmente em pastas com forte capilaridade regional.

Riscos e preocupações

Essa ofensiva ocorre em um momento delicado, onde a governabilidade depende de votações cruciais no Congresso. Ao optar pelo confronto e pela limpeza de cargos, o Planalto sinaliza que prefere o risco de uma paralisia legislativa a manter aliados que, na visão de Lula, agem como oposicionistas disfarçados. Para o setor produtivo, essa instabilidade entre o Executivo e o Senado gera preocupações, aumentando as incertezas sobre o cumprimento da agenda econômica para o segundo semestre do ano.

Compartilhe:
TAGS
Baixe nosso aplicativo!
Disponível no Google Play Disponível na Apple Store
Código de Compliance Política de Privacidade Termos de Uso
BE News
Instagram
Facebook
Linkedin
Youtube
Telegram
© 2025 BE News | O conteúdo do Portal BE News é protegido por lei. Qualquer reprodução (total ou parcial), sem a prévia autorização, é proibida.
Desenvolvido por: Logo Mosten