Região Sudeste
Porto de Santos treina agentes para emergências com amônia
Workshop promovido pela APS reuniu empresas e entidades portuárias para reforçar preparo técnico em situações de risco
A Autoridade Portuária de Santos (APS) promoveu na última sexta-feira (25) um workshop voltado à capacitação técnica em casos de emergência envolvendo amônia, substância amplamente usada em sistemas de refrigeração e processos industriais. A atividade reuniu representantes de empresas e entidades ligadas ao Porto de Santos e foi organizada pelo Plano de Ajuda Mútua (PAM), estrutura coordenada pela própria APS para atuação conjunta em situações de risco.
A amônia exige protocolos técnicos rigorosos em razão de sua toxicidade, potencial corrosivo e inflamabilidade. Em ambientes portuários, eventuais vazamentos podem comprometer a segurança de trabalhadores, impactar comunidades vizinhas e interromper cadeias logísticas. Por isso, a capacitação contínua é considerada essencial.
O treinamento foi ministrado pelo especialista Werner Flister, com foco em procedimentos de contenção, medidas de proteção e diretrizes para atuação coordenada em cenários críticos. A proposta é ampliar o preparo dos profissionais que atuam no complexo portuário e garantir uma resposta rápida e eficiente diante de situações de emergência.
A realização do workshop contou com apoio da Fundação Centro de Excelência Portuária de Santos (Cenep), da Associação Comercial de Santos, da Associação de Engenheiros e Arquitetos de Santos e da empresa Medicar.
O Plano de Ajuda Mútua tem como propósito integrar os diversos agentes que operam no Porto Organizado de Santos, promovendo ações conjuntas de prevenção e resposta a incidentes de maior complexidade. Além de reforçar a segurança, a articulação entre as empresas permite otimizar recursos e fortalecer a resiliência do porto diante de eventuais crises.
A amônia exige protocolos técnicos rigorosos em razão de sua toxicidade, potencial corrosivo e inflamabilidade. Em ambientes portuários, eventuais vazamentos podem comprometer a segurança de trabalhadores, impactar comunidades vizinhas e interromper cadeias logísticas