Brasil Export
Preparação para o Sudeste Export terá contribuição do IBP
Representantes do instituto e do Grupo Brasil Export se reuniram para alinhar pautas do setor de petróleo e gás
As questões ligadas ao setor de petróleo e gás farão parte da programação do Sudeste Export 2025, fórum regional promovido pelo Grupo Brasil Export e que integra o calendário do principal movimento sobre infraestrutura e logística do país. Na quinta-feira (13), representantes do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) receberam a direção e conselheiros do fórum e confirmaram a participação nas reuniões preparatórias para o evento que acontecerá nos dias 1º, 2 e 3 de abril, na cidade do Rio de Janeiro. O encontro acontecerá em paralelo ao Latam Export, iniciativa inédita do grupo e que terá a sua primeira edição neste ano.
Para o CEO do Grupo Brasil Export, Fabrício Julião, a entrada do IBP nas pautas do Sudeste Export vai fortalecer o papel do fórum na contribuição para construção de políticas, regulação e fomento de competitividade do setor. “Em 2024, o petróleo bruto foi o principal produto exportado pelo Brasil pela primeira vez na história, superando a soja e o minério de ferro. Acreditamos que, juntos, podemos promover discussões de qualidade entre empresas, governos e agências reguladoras para que a indústria cresça em escala global”, destaca.
A expectativa é que a produção nacional aumente dos cerca de 3,5 milhões de barris/dia produzidos hoje para mais de 5 milhões de barris/dia até 2030, com a conclusão de projetos da Petrobras e de outras empresas privadas no pré-sal. Com isso, o Brasil — que é atualmente o sétimo produtor mundial de petróleo — pode ficar entre os cinco maiores, superando Iraque e China, em um prazo de cinco anos.
Segundo o IBP, representado na reunião pela Diretora Executiva Corporativa, Claudia Rabello, e pela Gerente de Relações Institucionais e Governamentais, Natalia Mourão, a demanda global por petróleo vai seguir crescendo, pelo menos no médio prazo, enquanto o produto brasileiro atrai mais consumidores por ter baixo teor de CO2. Elas apostam em aperfeiçoar a comunicação e a qualificação da mão de obra do segmento para sedimentar o desenvolvimento nos próximos anos.
