Comércio exterior
Projeto para desonerar exportação está pronto para ser votado no Senado
De acordo com Geraldo Alckmin, isso vai dar um grande estímulo para empresas de todos os níveis conseguirem acessar novos mercados
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse nesta terça-feira, 6, que espera votar em fevereiro um projeto para desonerar a exportação. Segundo ele, quem deixou de exportar para os Estados Unidos, poderá reorientar suas vendas com 3% de crédito tributário.
O ministro afirmou que o projeto, que está no Senado, dá um grande estímulo para empresas de todos os níveis conseguirem acessar novos mercados.
“Está pronto para ser votado, a gente espera que vote agora em fevereiro. Aprovado, nós vamos ter aí um estímulo grande para que as empresas de todos os níveis, micro, pequenas, médias e grandes, possam conquistar novos mercados, tendo 3% a mais de crédito tributário”, afirmou Alckmin.
Além disso, ele disse estar otimista para o saldo comercial brasileiro em 2026 mesmo com as instabilidades geopolíticas. Ele comemorou que o Brasil conseguiu reduzir o tempo de exportações e importações do país de mais de 10 dias para 4 a 5 dias, no caso das vendas, e de 6 a 8 dias nas compras internacionais. “Nós estamos otimistas de que mesmo num cenário de geopolítica com maior instabilidade, a gente vai crescer o comércio exterior. E ele é fundamental”.
Alckmin também disse que a Argentina foi o país com maior alta de vendas brasileiras por conta do setor automotivo. “A Argentina é um dos destaques, teve 1,4%, foi o maior crescimento por país e muito impulsionada pelo setor automotivo. Nós tivemos um bom resultado”, afirmou. “A Argentina foi o maior crescimento na exportação brasileira. Os quatro maiores compradores do Brasil para onde a gente exporta, China, União Europeia, Estados Unidos e Argentina… Agora, onde mais cresceu foi a Argentina, com um crescimento acima de 30%”, completou.