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Reunião vai discutir necessidade de planos de contingência para o SAI
A necessidade de planos de contingência para o Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), o principal acesso rodoviário ao Porto de Santos (SP), será tema de uma reunião entre deputados estaduais, dirigentes da concessionária Ecovias Imigrantes e da Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp) e representantes do Governo de São Paulo no próximo dia 26, na Assembleia Legislativa. Segundo a deputada Solange Freitas, uma das idealizadoras do encontro, a ideia é debater medidas a serem tomadas para uma liberação mais rápida do tráfego em caso de emergências.
Na semana passada, um caminhão colidiu com uma das passarelas para pedestres da Via Anchieta, interditando suas pistas. Isso levou à interrupção do trânsito e a congestionamentos de 57 quilômetros. Passageiros em ônibus que trafegavam pelo SAI chegaram a passar a noite parados na pista. Segundo a Ecovias Imigrantes, não havia planos de contingência para normalizar o tráfego e a única ação possível foi concentrar esforços para liberar as pistas o quanto antes. Devido a restrições legais, a utilização da nova pista da Imigrantes pelos ônibus com passageiros foi descartada.
São exatamente essas restrições legais e ações emergenciais para situações como esta que os deputados querem debater.
Novos navios
A Transpetro anunciou nessa terça-feira, dia 18, que irá contratar nove navios de posicionamento dinâmico de alta tecnologia, usados para transportar óleo produzido nas plataformas de alto-mar para o terminal terrestre. As embarcações da classe Suezmax DP2 têm capacidade de receber até 150 mil toneladas de porte bruto, cada uma.
Atualmente, a frota da Transpetro, conta com sete navios aliviadores de posicionamento dinâmico, que têm capacidade conjunta de 700 mil toneladas. Segundo a empresa, haverá uma renovação gradual da frota a partir das necessidades do mercado. Com a substituição da frota, a capacidade de alívio das plataformas do Sistema Petrobras, do qual a Transpetro faz parte, praticamente dobrará, ao chegar a 1,35 milhão de toneladas, até 2028.