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Silvio Costa Filho cumpre agenda de Carnaval ao lado de Lula em Recife e de João Campos em Olinda
Carnaval e eleições
O ministro de Portos e Aeroportos, Sìlvio Costa Filho (Republicanos), provável candidato ao Senado por Pernambuco nas eleições do final do ano, tem mantido uma agenda intensa neste Carnaval. No sábado, esteve ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Recife (PE), no desfile do bloco Galo da Madrugada. E na última segunda-feira, acompanhou os festejos de Momo em Olinda, ao lado do prefeito de Recife, João Campos (PSB), que prepara sua candidatura ao governo do estado.
Aliados e aliados
João Campos, aliás, estava acompanhado por vários aliados políticos em Olinda. Além de Costa Filho, quem estava presente era a ex-deputada Marília Arraes (Solidariedade), que também pretende se candidatar ao Senado.
Vaga no TCU
O deputado federal cearense Danilo Forte (União Brasil) anunciou que terá o nome oficializado como candidato do partido a uma vaga no Tribunal de Contas da União (TCU). O parlamentar informou que a legenda realizará uma reunião no próximo dia 24, para homologar oficialmente a candidatura. Segundo ele, a bancada do União Brasil deverá sair unida após um acordo firmado com o deputado Elmar Nascimento (União-BA), que também disputava a indicação, mas decidiu retirar o nome da corrida.
Apoio parcial
A senadora Tereza Cristina (MS), líder do Progressistas na casa legislativa, informou, por meio de suas redes sociais, que a posição expressa em nota divulgada pela Federação União Progressista não foi previamente debatida, nem contou com a anuência da bancada. A manifestação envolve o apoio do partido ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal. De acordo com a senadora, a nota não pode ser interpretada como representativa dos senadores do PP – Dr. Hiran (RR), Esperidião Amin (SC), Luis Carlos Heinze (RS) e Margareth Buzetti (MT).
O voto de Moraes
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, votou pela rejeição de recursos apresentados por sete condenados do Núcleo 3 da trama golpista. Moraes é o relator da ação, e os recursos estão sendo apreciados pela Primeira Turma do STF. Os outros três ministros do colegiado – Carmem Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino – tem até o próximo dia 24 para manifestarem seus votos. Os sete condenados foram julgados por planejar ações táticas para efetivar o plano golpista, e tentar sequestrar e matar o ministro Alexandre de Moraes, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As penas variam de 16 a 24 anos.