Região Sudeste
Transbrasa assina Pacto da Sustentabilidade do Ministério dos Portos
Terminal alfandegado do Porto de Santos reforça compromissos ambientais e terá iniciativas avaliadas para certificação oficial durante a COP30
A Transbrasa, terminal alfandegado do Porto de Santos (SP), aderiu ao Pacto da Sustentabilidade do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), se comprometendo a adotar práticas de governança ambiental, social e corporativa, além das iniciativas já realizadas pela empresa. Por sua atuação para a preservação do meio ambiente, a Transbrasa também já conta com o Selo Pró-Clima Ouro de Descarbonização dos Portos 2024, uma iniciativa da Aliança Brasileira para Descarbonização de Portos (ABDP).
“A Transbrasa é reconhecida por sua capacidade de inovação e colocamos isso em prática também em nossas políticas de ESG. Temos o Selo Pró-Clima Ouro da ABDP, mantemos há cinco anos um programa de compensação ambiental de créditos de carbono e agora aderimos ao pacto proposto pelo Ministério dos Portos”, explica o CEO da Transbrasa, Bayard Umbuzeiro Neto.
O ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, destacou a importância da adesão do setor privado ao projeto. Ao todo, 59 empresas de infraestrutura portuária e aeroportuária de todo o Brasil são signatárias do pacto.
“Temos uma Agenda de Sustentabilidade, que traz compromissos do setor público para reduzir o impacto ambiental e social, além de medidas de transparência na gestão do Ministério. Mas a participação de mais de 50 empresas no Pacto da Sustentabilidade mostra que o setor privado tem noção de sua responsabilidade com o país e que também está envolvido nesse movimento global de redução de impactos”, destacou o ministro.
A Diretoria de Sustentabilidade do MPor irá analisar as propostas apresentadas pelos participantes e, em novembro, anunciar quais delas cumpriram os compromissos assumidos. O anúncio oficial será feito em Belém (PA), durante a COP30 — Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, o maior fórum internacional dedicado ao enfrentamento da crise climática. Esta será a primeira vez que a conferência será realizada na Amazônia, com a edição de 2025 marcada para o mês de novembro.
Além de compromissos individuais de ESG, as companhias precisam estar em dia com as obrigações trabalhistas, não ter histórico de denúncias comprovadas de trabalho forçado, infantil, assédio ou discriminação sem a devida apuração, dentre outras obrigações.