terça-feira, 06 de outubro de 2026
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Opinião

Editorial

Inovar ou inovar

O debate sobre inovação durante o Inova Export Rio de Janeiro 2025, nessa terça-feira, dia 1, evidenciou a importância e a urgência da modernização nos setores portuário e de transportes. A afirmação de que “é inovar ou inovar”, da presidente do Conselho de Transformação Digital e Deep Techs da Federação das Câmaras de Comércio Exterior do Brasil, Carla Cristina da Costa, ressalta a necessidade de empresas e órgãos públicos otimizarem e melhorarem seus processos para garantir sua sobrevivência e competitividade no mercado global.

A discussão deixou claro que a ascensão da Inteligência Artificial (IA) e as transformações nas relações de trabalho exigem cada vez mais que os agentes econômicos busquem novas abordagens de atuação, com o objetivo de ampliar a eficiência de suas atividades e reduzir seus custos. Este é o princípio básico que vem sendo adotado por empresas e órgãos públicos em todo o mundo e que deve ser seguido também no Brasil. Ignorar esse cenário é seguir um caminho de ruína, negando as atuais demandas da economia global.

Para inovar, alguns passos são essenciais. Entre eles, está a adoção de um processo estruturado para filtrar informações e medir o impacto das ações inovadoras. E a utilização de indicadores-chave de performance (KPIs) permite avaliar os benefícios econômicos e sociais das inovações, garantindo um equilíbrio entre os resultados financeiros e o impacto positivo na sociedade.

É fundamental que empresas e órgãos públicos, especialmente os do segmento portuário e de transportes, adotem processos de inovação contínuos e estruturados. A busca por soluções inovadoras, que considerem as necessidades das pessoas e os impactos econômicos e sociais, é essencial para garantir a eficiência, a competitividade e a sustentabilidade desses mercados e, assim, viabilizar o desenvolvimento da economia e da sociedade brasileiras.

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